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sábado, 25 de maio de 2013

PASSANDO PELA TERRA


Sempre útil não te esqueceres de que te encontras em estágio educativo na terra. Jornadeando nas trilhas da evolução, não é o tempo que passa por ti, mas, inversamente, és a criatura que passa pelo tempo.

Conserva a esperança em teus apetrechos de viagem... Caminha trabalhando e fazendo o bem que puderes.

Aceita os companheiros do caminho qual se mostra, sem exigir-lhes a perfeição da qual todos vemos ainda muito distantes.

Suporta as falhas do próximo com paciência, reconhecendo que nós, os Espíritos ainda vinculados a Terra, não nos achamos isentos de imperfeições.

Levanta os caídos e ampara os que tropecem. Não te lamentes.

Habitua-te a facear dificuldades e problemas, de ânimo firme, assimilando-lhes o ensino de que se façam portadores.

Não te detenhas no passado, embora o passado deva ser uma lição inesquecível no arquivo da experiência.

Desculpa, sem condições, quaisquer ofensas, sejam quais sejam, para que consigas avançar, estrada afora, livre do mal.

Auxilia aos outros, quando estiver ao teu alcance e repete semelhante benefício, tantas vezes quanto isso for solicitado.

Não te sirvam de estorvo ao trabalho evolutivo às calamidades e provas em que te vejas, já que te reconheces passando pela Terra, a caminho da Vida maior.

Louva, agradece, abençoa e serve sempre. E não nos esqueçamos de que as nossas realizações constituem a nossa própria bagagem, onde estivermos, e nem olvidemos que das parcelas de tudo aquilo que doamos ou fazemos na terra, teremos ajusta equação na Vida Espiritual.

 

"Trecho do Livro "Calma", pelo Espírito Emmanuel,
Psicografado porChico Xavier

domingo, 3 de março de 2013

VAMOS COMEMORAR!

 
No dia 5 de março de 1946 saiu da Escola Espírita Maria de Nazaré a 1°(primeira) Campanha do Quilo do Estado de Pernambuco. A finalidade era Angariar donativos para a construção e manutenção dos abrigos, neste tempo, Batista de Carvalho e Orfanato Ceci Costa, este último, a escola vem contribuindo até os dias atuais, além do Lar de Paula.


MUITA PAZ!

domingo, 4 de novembro de 2012

NO CAMINHO DA PERFEIÇÃO

 
Recorda a sementeira de bênçãos na Terra, se desejas atingir a seara do aperfeiçoamento maior, na Espiritualidade Superior.
Não há edifício sem base, tanto quanto não existe realização sem esforço.
Lembra-te de que Jesus não nos pediu o impossível.
As lições do Divino Mestre permanecem vazadas nos quadros mais simples da natureza:
- Um grão de mostarda...
- Uma candeia sob o velador...
- Uma dracma perdida...
- Cinco pães e dois peixes...
Nas adjacências de um lago e através de barcos humildes, emoldurou, sem ouro e sem poder humano, a maior epopeia de amor universal que a Humanidade já presenciou no curso dos séculos.
Não te esqueças de que o serviço de aprimoramento deve começar nos aspectos mais insignificantes de nossa própria vida:
- Um sorriso em casa...
- Um favor espontâneo aos amigos...
- Um olhar de compreensão a quem sofre...
- Uma prece pelos adversários...
- Um gesto de fraternidade...
- O silencio diante da calúnia...
- O socorro mudo aos enfermos...
- A caridade de uma boa palavra em auxílio aos ausentes.
Não procures a perfeição pela virtude postiça.
Ninguém pode começar a construção de uma casa pelo telhado.
Somos seres humanos, encarnados e desencarnados, com as nossas raízes ainda presas a terra, mãe admirável de nosso desenvolvimento através dos milênios.
Não pretendas voar sem asas.

Entretanto, se ainda não somos anjos, podemos ser companheiros da bondade fiel.

Tanto quanto possível, começa hoje o ministério da boa vontade para com todos, a partir do teu santuário doméstico, e amanhã conseguirás abençoado equilíbrio em mais amplos degraus no caminho ascensional da evolução.

Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro Reconforto.
Ed. G.E.E.M.

domingo, 7 de outubro de 2012

A BENEFICÊNCIA

 
 
A beneficência, meus amigos, dar-vos-á nesse mundo os mais puros e suaves deleites, as alegrias do coração, que nem o remorso, nem a indiferença perturbam. Oh! pudésseis compreender tudo o que de grande e de agradável encerra a generosidade das almas belas, sentimento que faz olhe a criatura as outras como olha a si mesma, e se dispa, jubilosa, para vestir o seu irmão! Pudésseis, meus amigos, ter por única ocupação tornar felizes os outros! Quais as festas mundanas que podereis comparar às que celebrais quando, como representantes da Divindade, levais a alegria a essas famílias que da vida apenas conhecem as vicissitudes e as amarguras, quando vedes nelas os semblantes macerados refulgirem subitamente de esperança, porque, faltos de pão, os desgraçados ouviam seus filhinhos, ignorantes de que viver é sofrer, gritando repetidamente, a chorar, estas palavras, que, como agudo punhal, se lhes enterravam nos corações maternos: "Estou com fome!..." Oh! compreendei quão deliciosas são as impressões que recebe aquele que vê renascer a alegria onde, um momento antes, só havia desespero!
Compreendei as obrigações que tendes para com os vossos irmãos! Ide, ide ao encontro do infortúnio; ide em socorro, sobretudo, das misérias ocultas, por serem as mais dolorosas! Ide, meus bem-amados, e tende em mente estas palavras do Salvador: "Quando vestirdes a um destes pequeninos, lembrai-vos de que é a mim que o fazeis!"
Caridade! sublime palavra que sintetiza todas as virtudes, és tu que hás de conduzir os povos à felicidade. Praticando-te, criarão eles para si infinitos gozos no futuro e, enquanto se acharem exilados na Terra, tu lhes serás a consolação, o prelibar das alegrias de que fruirão mais tarde, quando se encontrarem reunidos no seio do Deus de amor. Foste tu, virtude divina, que me proporcionaste os únicos momentos de satisfação de que gozei na Terra. Que os meus irmãos encarnados creiam na palavra do amigo que lhes fala, dizendo-lhes: E na caridade que deveis procurar a paz do coração, o contentamento da alma, o remédio para as aflições da vida. Oh! quando estiverdes a ponto de acusar a Deus, lançai um olhar para baixo de vós; vede que de misérias a aliviar, que de pobres crianças sem família, que de velhos sem qualquer mão amiga que os ampare e lhes feche os olhos quando a morte os reclame! Quanto bem a fazer! Oh! não vos queixeis; ao contrário, agradecei a Deus e prodigalizai a mancheias a vossa simpatia, o vosso amor, o vosso dinheiro por todos os que, deserdados dos bens desse mundo, enlanguescem na dor e no insulamento! Colhereis nesse mundo bem doces alegrias e, mais tarde... só Deus o sabe!... Adolfo, bispo de Argel. (Bordéus, 1861.)
 
Evangelho Segundo o Espiritismo
Cap. XIII
Editora IDE
 

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